
A universalização do saneamento básico ainda é um dos principais desafios do Brasil. De acordo com o Instituto Trata Brasil, milhões de brasileiros não têm acesso à coleta e ao tratamento adequado de esgoto, realidade que impacta diretamente a saúde da população, a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico das cidades.
Diante desse cenário, a Águas de São Francisco do Sul reforça a importância de compreender como funciona o tratamento de esgoto e quais são as etapas que garantem que o efluente retorne ao meio ambiente de forma segura e dentro dos padrões estabelecidos pela legislação ambiental.
O processo começa pelo tratamento preliminar, etapa em que o esgoto que chega às estações passa por grades e peneiras para a retirada de resíduos sólidos maiores, como plásticos, papéis e outros materiais descartados incorretamente na rede coletora. Também ocorre a remoção de areia e sedimentos, protegendo os equipamentos e assegurando a eficiência das fases seguintes.
Na sequência ocorre o tratamento primário, quando o esgoto é encaminhado para tanques de decantação. Nesse processo, os sólidos mais pesados se depositam no fundo, formando o lodo primário, enquanto a parte líquida segue para as próximas etapas. Essa fase já é responsável por reduzir uma parcela significativa da carga poluidora.
O tratamento secundário é considerado a etapa biológica do processo. Nela, micro-organismos são responsáveis por decompor a matéria orgânica presente no esgoto. Em sistemas aeróbios, há a injeção de oxigênio para potencializar a ação das bactérias, aumentando a eficiência na remoção de poluentes e melhorando a qualidade do efluente.
Em São Francisco do Sul, A ETE Ubatuba utiliza o processo de lodos ativados, reconhecido mundialmente pela eficiência na remoção de matéria orgânica. Nesse método, milhões de bactérias trabalham diariamente para degradar o esgoto enviado à estação. Monitorar a “saúde” desses microrganismos é essencial para garantir que o sistema opere dentro das condições ideai, e é exatamente nesse ponto que o respirômetro entra como um aliado estratégico.
Dependendo do sistema adotado, pode haver ainda etapas complementares para remoção de nutrientes como nitrogênio e fósforo, seguidas da desinfecção, que elimina micro-organismos patogênicos antes do lançamento final em corpos hídricos. Todo o processo é monitorado continuamente para garantir a conformidade com a legislação ambiental.
Segundo o Instituto Trata Brasil, investimentos em saneamento básico estão diretamente associados à redução de doenças de veiculação hídrica, à valorização imobiliária e à geração de emprego e renda. Para a Águas de São Francisco do Sul, ampliar e aprimorar o sistema de esgotamento sanitário é um compromisso com a qualidade de vida da população e com a preservação dos recursos naturais.
Acompanhe também informações da Águas de São Francisco do Sul no Facebook: https://www.facebook.com/aguasdesfs/ e Instagram da concessionária: https://www.instagram.com/aguasdesfs/.







