Funcionários do Hospital e UPA 24h ficam de fora do processo de licitação

Funcionários criaram uma comissão para pleitear junto ao prefeito Renato Gama Lobo (PSD) um espaço para acompanhar o processo de licitação e recuperar os valores salariais

Funcionários criaram uma comissão para pleitear junto ao prefeito Renato Gama Lobo (PSD) um espaço para acompanhar o processo de licitação e recuperar os valores salariais

 

O pedido dos funcionários do Hospital e da UPA 24h de acompanhar de perto as negociações dos contratos com a nova Organização Social que assumiu os trabalhos, mesmo sem o contrato ser assinado, foi ignorado pela prefeitura. “Não há previsão legal para participação de trabalhadores do Hospital e Upa na elaboração do edital e contrato”, disse o executivo. Os empregados criaram uma comissão e pediram espaço no processo de seleção da OS para tentar recuperar as perdas salariais dos últimos seis meses.

A comissão foi na época uma alternativa para que os empregados não entrassem em greve. O presidente do Sindicato da Saúde, Lorival Pisetta, disse que está tentando uma reunião com a prefeitura e com o Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), que foi a vencedora do processo licitatório. “Desde o dia da licitação estamos buscando o diálogo”, comenta.


Apenas o INDSH participou do processo. Conforme a prefeitura o contrato iniciou em 14 de abril de 2019. Já a assessoria do instituto disse que ainda aguarda a assinatura do contrato.

Quanto a participação da comissão dos trabalhadores, a prefeitura disse segue a lei e que não há previsão legal para que funcionários acompanhem o processo. “Não há previsão legal para participação de trabalhadores do Hospital e Upa na elaboração do edital e contrato, pois estes seguem estritamente o que preconiza a legislação, principalmente os princípios da Administração Pública dentre eles impessoalidade, isonomia e legalidade”, afirmou a nota.

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